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| A leitura dos códigos de barras (utilizadas para identificação dos documento e leitores) é feita através de um equipamento especial de leitura. O princípio associado a este tipo de equipamentos é idêntico mas existem várias tecnologias queinteressa conhecer. |
A função principal de um leitor de códigos de barras (ou scanner) é “ler” a imagem representada pelo código de barras. Na sua forma mais básica, um scanner “vê” e mede a ausência e a presença de luz (barras pretas e espaços brancos) e converte essa informação em sinais eléctricos que por sua vez podem ser convertidos em dados reconhecidos pelo computador.
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Na categoria dos leitores portáteis mais utilizados, as tecnologias disponíveis incluem as canetas ópticas, laser e CCD. O seu objectivo é comum, ou seja, ler e interpretar os códigos de barras. No entanto cada tipo de leitor tem vantagens e desvantagens. Os leitores manuais com tecnologia laser permitem a leitura sem contacto, de etiquetas planas, curvas ou mesmo superfícies irregulares a distâncias inferiores até 36 polegadas. Normalmente este tipo de equipamentos é ligado à porta do teclado.
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Os equipamentos de recolha de dados podem ser classificados basicamente em três categorias:
Feixe de luz fixo ou móvel
Para ler um código de barras, um feixe de luz deve passar por cima do símbolo a uma velocidade razoavelmente constante. Nalguns equipamentos o feixe de luz é estacionário; a leitura é feita pelo movimento da mão do operador ou deslocando o código de barras na zona de incidência do feixe de luz.
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Noutros equipamentos (scanners laser) o feixe de luz oscila constantemente permitindo a leitura dos códigos em pequenos intervalos de tempo. Em todas estas situações o operador tem necessidade de apontar o feixe de luz para o código de barras para que seja possível a sua leitura. |
Leitores portáteis ou fixos
A maioria dos leitores são portáteis. Numa biblioteca, a mobilidade exigida na leitura de um código de barras num documento ou cartão de leitor exige que este seja o tipo de leitor seleccionado. Outros são fixos e colocados posições não deslocáveis, normalmente colocados perto de uma zona de leitura. Este é o tipo mais utilizado em lojas comerciais, como por exemplo, supermercados.
De contacto ou leitura à distância
Estes são uma variante das canetas ópticas. Os leitores por contacto são o tipo mais vulgar na recolha de dados. A leitura é feita pelo contacto do equipamento (semelhante a uma caneta) com a etiqueta, como se desenhasse uma linha em numa folha de papel. Este tipo de leitor, pelas suas características e frequência de utilização pode provocar danos na etiqueta e como consequência, erros de leitura.
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Equipamentos de leitura à distância : Estes tipos de equipamentos emitem um feixe de luz que é dirigido para o código de barras. Neste caso não existe qualquer contacto do equipamento com a etiqueta. Estes são a melhor forma de preservar a etiqueta.
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Equipamentos de leitura por contacto: Os leitores por contacto consistem em canetas ou equipamentos de leitura de cartões (tipo magnéticos). Não existe qualquer motor ou movimento de parte utilizadas na leitura deste tipo de equipamentos. O movimento é feito pelo operador que simplesmente o desloca de forma a obter a melhor leitura.
O processo de descodificação de um código de barras implica a sua leitura e o processamento dos dados nele contidos. A sua leitura requer três decisões básicas:
O equipamento de leitura lê o código de barras e transmite os dados para um descodificador, que por sua vez os converte para caracteres ASCII. A interface é a ligação entre o descodificador e o computador que irá processar os dados.
Equipamentos de recolha de dados
Estes equipamentos (canetas ópticas, CCD’s leitores laser, leitores de cartões, etc) são o contacto directo entre o utilizador e o código de barras. Nenhuma outra escolha terá maior impacto na utilização do sistema. Naturalmente, existem várias soluções em termos de características e preços. De um modo geral, os melhores resultados e as melhores características técnicas obtêm-se em equipamentos de custo mais elevado. Para evitar gastos desnecessário, a escolha de um equipamento deve ponderar os seguintes aspectos:
Volume - Relativamente à quantidade de códigos a ler alguns equipamentos de leitura são mais adequados que outros. Se o volume de trabalho for pequeno, à partida qualquer equipamento poderá servir e funcionará sem problemas. No entanto, se o volume for demasiado grande, obtém-se melhores resultados em termos de eficiência e qualidade com equipamentos desenvolvidos e optimizados para tal situação.
Qualidade dos código de barras -Uma das vantagens dos equipamentos de alto nível, é que além da eficiência, são capazes de ler códigos com baixa qualidade. Em aplicações onde os códigos de barras apresentam um baixo nível de qualidade de impressão ou são colocado em superfícies com relevo, a escolha deste tipo de equipamentos traduz-se na redução de tempo e erros de leitura.
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